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Como parte da estratégia de combate ao desmatamento na Amazônia desde o início dos anos 2000, o Brasil alocou áreas protegidas em zonas de alto risco para bloquear o avanço do desmatamento. Um novo estudo do Climate Policy Initiative/ Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (CPI/ PUC-Rio) mostra que áreas protegidas conferiram proteção efetiva às florestas dentro de suas fronteiras, mas parecem ter desviado o desmatamento para regiões desprotegidas. Os resultados destacam a eficácia local da proteção territorial e, assim, corroboram seu uso como forma de proteger áreas críticas. No entanto, também reforçam que é fundamental integrar estratégias de proteção territorial e políticas de conservação complementares para frear o desmatamento em toda a Amazônia.
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