{"id":76119,"date":"2024-09-12T12:25:05","date_gmt":"2024-09-12T12:25:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.climatepolicyinitiative.org\/?post_type=cpi_publications&#038;p=76119"},"modified":"2026-04-03T16:20:58","modified_gmt":"2026-04-03T16:20:58","slug":"financiando-uma-bioeconomia-global-sustentavel","status":"publish","type":"cpi_publications","link":"https:\/\/www.climatepolicyinitiative.org\/pt-br\/publication\/financiando-uma-bioeconomia-global-sustentavel\/","title":{"rendered":"Financiando uma Bioeconomia Global Sustent\u00e1vel"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sum\u00e1rio Executivo<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A bioeconomia global \u00e9 fundamental na transi\u00e7\u00e3o para uma economia mais equitativa, de baixo carbono, resiliente ao clima e positiva para a natureza<\/strong>. O mundo em transforma\u00e7\u00e3o est\u00e1 redefinindo nossa percep\u00e7\u00e3o de como uma bioeconomia equitativa e sustent\u00e1vel pode, de fato, desempenhar um papel central no desenvolvimento sustent\u00e1vel. A ascens\u00e3o das clean techs tem oferecido um caminho vi\u00e1vel, especialmente para a descarboniza\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a bioeconomia oferece uma base complementar por meio da qual podemos garantir o uso equitativo e sustent\u00e1vel da natureza, em particular da biodiversidade \u2014 pr\u00e9-condi\u00e7\u00e3o de uma transi\u00e7\u00e3o justa para o desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 necess\u00e1rio transformar em pr\u00e1tica a ideia de uma bioeconomia equitativa e sustent\u00e1vel<\/strong>. Em ess\u00eancia, trata-se de como usamos recursos biol\u00f3gicos de formas sustent\u00e1veis para avan\u00e7ar uma economia equitativa global. A bioeconomia det\u00e9m valor cultural e um imenso potencial econ\u00f4mico para cria\u00e7\u00e3o de empregos e crescimento econ\u00f4mico. Al\u00e9m desse potencial quantitativo, os esfor\u00e7os devem apoiar o desenvolvimento de sociobioeconomias que sejam localizadas e sustentem a diversidade cultural, representada pelo papel dos povos ind\u00edgenas e das comunidades locais, incluindo agricultores, na governan\u00e7a da biodiversidade mundial.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-text-color has-link-color wp-elements-80d8fd5fc49e99f1c81f1c2be9c49aa4\" style=\"color:#383838\"><strong>A bioeconomia global \u00e9 fundamental na transi\u00e7\u00e3o para uma economia mais equitativa, de baixo carbono, resiliente ao clima e positiva para a natureza. O mundo em transforma\u00e7\u00e3o est\u00e1 redefinindo nossa percep\u00e7\u00e3o de como uma bioeconomia equitativa e sustent\u00e1vel pode, de fato, desempenhar um papel central no desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>A bioeconomia j\u00e1 \u00e9 grande e cresce rapidamente<\/strong>. Em termos globais, estima-se que o valor da bioeconomia seja de US$ 4-5 trilh\u00f5es, com potencial de chegar a US$ 30 trilh\u00f5es at\u00e9 2050. Apesar das significativas lacunas e fragilidades dos dados, h\u00e1 evid\u00eancias de que os principais motores de crescimento sejam as preocupa\u00e7\u00f5es sobre o clima, o meio ambiente e a sa\u00fade \u2014 cada vez mais incorporadas nas prefer\u00eancias do mercado e no desenvolvimento de marcos regulat\u00f3rios. Estrat\u00e9gias nacionais e regionais de bioeconomia de pa\u00edses como Nam\u00edbia e \u00c1frica do Sul, M\u00e9xico e Brasil, passando por \u00cdndia, China e Jap\u00e3o, al\u00e9m de UE e EUA, sinalizam os compromissos dos governos em aproveitar esse potencial.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A bioeconomia deve ser imaginada, desenvolvida, governada \u2014 e financiada \u2014 coletivamente<\/strong>. Ela \u00e9 formada por uma gama de empresas e mercados de base biol\u00f3gica, que abrange desde sociobioeconomias locais e regionais at\u00e9 neg\u00f3cios, setores e economias que combinam biodiversidade e tecnologias \u2013 de produtos bioqu\u00edmicos e biopl\u00e1sticos a diversas aplica\u00e7\u00f5es de biogen\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 essencial que esse espectro seja considerado como um todo<\/strong>. Afinal, todos n\u00f3s compartilhamos os mesmos recursos de biodiversidade que devem servir a muitos prop\u00f3sitos. De comum acordo, precisamos chegar a uma abordagem para gerenciar o nexo entre prioridades econ\u00f4micas e de subsist\u00eancia e uma biodiversidade cada vez mais fr\u00e1gil.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-text-color has-link-color wp-elements-6f10667cd8b1cf7fe2333602caf589cf\" style=\"color:#383838\"><strong>A bioeconomia deve ser imaginada, desenvolvida, governada e financiada coletivamente. Ela \u00e9 formada por uma gama de empresas e mercados de base biol\u00f3gica, que abrange desde sociobioeconomias locais e regionais at\u00e9 neg\u00f3cios, setores e economias que combinam biodiversidade e tecnologias \u2014 de produtos bioqu\u00edmicos e biopl\u00e1sticos at\u00e9 diversas aplica\u00e7\u00f5es de biogen\u00e9tica.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>Por meio do G20, o Brasil elevou o n\u00edvel das discuss\u00f5es pol\u00edticas ao incentivar a coopera\u00e7\u00e3o internacional para promover uma bioeconomia equitativa e sustent\u00e1vel<\/strong>. A Iniciativa de Bioeconomia do G20 \u00e9 uma demonstra\u00e7\u00e3o exemplar da import\u00e2ncia da a\u00e7\u00e3o coletiva. Ela estimula a converg\u00eancia de entendimentos em torno de um conjunto de princ\u00edpios de alto n\u00edvel, os quais podem subsidiar a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e o desenvolvimento de mercado. Tais princ\u00edpios se concentram em aspectos normativos, como equidade social, meios de subsist\u00eancia e prosperidade sustent\u00e1vel, e na necessidade de a bioeconomia abordar metas de natureza e clima. Tamb\u00e9m destacam a import\u00e2ncia de fundamentar a bioeconomia em ci\u00eancia de qualidade e possibilitar contabilidade e m\u00e9tricas comuns, al\u00e9m de regras comerciais, acordos e fluxos financeiros.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os desafios para o financiamento da bioeconomia n\u00e3o s\u00e3o desprez\u00edveis e t\u00eam origens diversas<\/strong>. Por exemplo, o interesse do investidor privado na sociobioeconomia pode ser diminu\u00eddo pela escala limitada e pelos direitos comerciais restritos sobre os conhecimentos tradicionais. As empresas de bioeconomia intensiva em recursos naturais, como as que atuam com bioprodutos certificados, incluindo alimentos, produtos qu\u00edmicos e pl\u00e1sticos, enfrentam condi\u00e7\u00f5es de mercado desfavor\u00e1veis, muitas vezes agravadas por perversos subs\u00eddios ambientais e ao uso de combust\u00edveis f\u00f3sseis. Por fim, a bioeconomia de alta tecnologia, sobretudo em neg\u00f3cios em est\u00e1gio inicial, frequentemente precisa de capital de risco, por vezes combinado com financiamento p\u00fablico. Esse tipo de funding est\u00e1 dispon\u00edvel em poucas partes do mundo, restringindo investimentos em muitas \u00e1reas do Sul Global.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote has-text-color has-link-color wp-elements-374e74378b1daca07707b4a7afbc3831 is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\" style=\"color:#383838\">\n<p><strong>N\u00e3o agir de forma coletiva e ambiciosa para desenvolver uma bioeconomia equitativa e sustent\u00e1vel como pe\u00e7a central da economia global levar\u00e1 \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da natureza e impactos negativos no clima e na equidade social.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>Por outro lado, diante da diversidade de instrumentos financeiros j\u00e1 existentes, o financiamento da bioeconomia \u00e9 totalmente poss\u00edvel<\/strong>. Al\u00e9m dos canais convencionais de financiamento comercial, h\u00e1 uma s\u00e9rie de instrumentos de &#8220;finan\u00e7as sustent\u00e1veis&#8221; j\u00e1 criados que podem ser utilizados no financiamento da bioeconomia. Cr\u00e9ditos de natureza, por exemplo, incluindo cr\u00e9ditos de carbono e de biodiversidade, podem aumentar receitas e garantir seguran\u00e7a de renda a longo prazo, reduzindo riscos e custo de capital.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, os instrumentos de financiamento vinculados \u00e0 sustentabilidade, especialmente nos mercados de d\u00edvida corporativa e soberana, podem reduzir ainda mais o custo do capital, atraindo tanto os investidores de impacto quanto aqueles que apostam no potencial dos bioprodutos nos mercados do futuro, mais focados na sustentabilidade. Combinados, os instrumentos p\u00fablico-privados t\u00eam um papel importante a desempenhar, destacando a import\u00e2ncia das institui\u00e7\u00f5es financeiras de desenvolvimento no avan\u00e7o da bioeconomia em pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia renda.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-text-color has-link-color wp-elements-30b0557f157cb95abb3e80374c80accc\" style=\"color:#383838\"><strong>O financiamento da bioeconomia \u00e9 totalmente poss\u00edvel, com base em uma grande variedade de instrumentos financeiros existentes. Al\u00e9m dos canais convencionais de financiamento comercial, h\u00e1 uma s\u00e9rie de instrumentos de \u201cfinan\u00e7as sustent\u00e1veis\u201d que podem ser utilizados no financiamento da bioeconomia.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>Os investidores se sentir\u00e3o mais atra\u00eddos pela bioeconomia onde governos e \u00f3rg\u00e3os regionais tiverem implementado estrat\u00e9gias integradas de bioeconomia combinadas com planos fact\u00edveis<\/strong>. Em contrapartida, tem menos chances de darem certo os fundos isolados de bioeconomia, as estrat\u00e9gias de alto n\u00edvel de bioeconomia sem ades\u00e3o do mercado ou sem capacidade de execu\u00e7\u00e3o, e o apoio p\u00fablico a novos neg\u00f3cios e setores de bioeconomia que n\u00e3o estejam vinculados a uma pol\u00edtica comercial favor\u00e1vel. \u00c9 necess\u00e1ria uma abordagem \u201cintegrada\u201d que, por exemplo, conecte o desenvolvimento de empresas e mercados com o aumento da conscientiza\u00e7\u00e3o, infraestrutura adequada e acordos fiscais favor\u00e1veis, al\u00e9m de institui\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o e pesquisa, e recursos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As estrat\u00e9gias e a\u00e7\u00f5es nacionais e regionais devem ser complementadas pela coopera\u00e7\u00e3o internacional, que \u00e9 essencial para ampliar os impactos positivos da bioeconomia e mitigar seus riscos<\/strong>. Embora as a\u00e7\u00f5es nacionais e regionais sejam essenciais, e estejam cada vez mais sofisticadas e comuns, elas devem ser complementadas por esfor\u00e7os globais para garantir uma bioeconomia sustent\u00e1vel e equitativa. As prioridades a seguir s\u00e3o fundamentais para esse esfor\u00e7o:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. Princ\u00edpios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o podemos nos dar ao luxo de permitir o surgimento de uma bioeconomia predat\u00f3ria \u2013 \u00e9 necess\u00e1rio convergir em rela\u00e7\u00e3o aos resultados de interesse p\u00fablico com os quais a bioeconomia precisa se alinhar, como prop\u00f5em os princ\u00edpios de alto n\u00edvel promovidos pelo G20 sob a presid\u00eancia do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. M\u00e9tricas do Progresso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A falta de padr\u00f5es universais de avalia\u00e7\u00e3o e de dados relacionados dificulta a mensura\u00e7\u00e3o ou, mais importante, o direcionamento da evolu\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se trata apenas de medir amplitude e tamanho, mas de garantir um \u201csistema operacional\u201d comum, com base na ci\u00eancia da contabilidade do capital natural e da constru\u00e7\u00e3o por meio da mensura\u00e7\u00e3o financeira para a avalia\u00e7\u00e3o de ativos e decis\u00f5es de investimento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Estrat\u00e9gias e Planos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Estrat\u00e9gias e planos, incluindo as principais estrat\u00e9gias econ\u00f4micas e industriais. Em muitos casos, essas estrat\u00e9gias est\u00e3o vinculadas ao desenvolvimento e \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o dos direitos de posse da terra e de outros mecanismos para garantir direitos, fun\u00e7\u00f5es e recompensas aos chamados guardi\u00f5es da natureza, principalmente povos ind\u00edgenas e comunidades locais, incluindo pequenos agricultores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. Financiamento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Princ\u00edpios, medi\u00e7\u00f5es, estrat\u00e9gias e condi\u00e7\u00f5es de negocia\u00e7\u00e3o precisam ser incorporados a uma s\u00e9rie de instrumentos de financiamento j\u00e1 existentes, aumentando a conscientiza\u00e7\u00e3o dos investidores, mitigando riscos e abrindo caminho para uma colabora\u00e7\u00e3o eficaz, em combina\u00e7\u00e3o com a\u00e7\u00f5es para reduzir, compensar ou redirecionar perversos subs\u00eddios ambientais e aos combust\u00edveis f\u00f3sseis.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5. Precificando a Natureza<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O interesse dos investidores na bioeconomia sustent\u00e1vel vai crescer conforme se acelerem os esfor\u00e7os j\u00e1 em andamento para aumentar o valor da natureza na economia global, por meio de uma an\u00e1lise de risco aprimorada, precifica\u00e7\u00e3o mais clara e desenvolvimento de arcabou\u00e7os regulat\u00f3rios, incluindo a\u00e7\u00e3o de reguladores financeiros, como a aplica\u00e7\u00e3o de regras aperfei\u00e7oadas para combater a lavagem de dinheiro e lidar com crimes contra a natureza.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>6. Regras Comerciais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 menos prov\u00e1vel que o financiamento ocorra sem regras eficazes de com\u00e9rcio e investimento associado que incentivem o com\u00e9rcio alinhado aos princ\u00edpios relacionados \u00e0 bioeconomia. Isso pode e deve ser melhorado em acordos regionais, bilaterais e internacionais, com a necessidade associada de tratar os efeitos distorcivos dos subs\u00eddios perversos, bem como os subs\u00eddios industriais, que podem dificultar que pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia renda subam na cadeia de valor da bioeconomia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>7. Conhecimento e Capacidades<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio avan\u00e7ar na an\u00e1lise sistem\u00e1tica e acesso a dados para corroborar o desenvolvimento de estrat\u00e9gias e planos robustos de bioeconomia a fim de fornecer aos investidores as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para apoiar as decis\u00f5es de aporte de recursos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 importante uma coordena\u00e7\u00e3o mais ampla de pol\u00edticas internacionais para garantir esfor\u00e7os oportunos e eficazes<\/strong>. O G20 \u00e9 a plataforma mais \u00f3bvia para assumir o papel de coordena\u00e7\u00e3o internacional, dada sua cobertura tem\u00e1tica, poder de convoca\u00e7\u00e3o e influ\u00eancia estrat\u00e9gica. O Brasil iniciou essa jornada durante sua presid\u00eancia e h\u00e1 um forte argumento para estender esses esfor\u00e7os para as futuras presid\u00eancias do G20, especialmente a da \u00c1frica do Sul, em 2025, e a dos EUA, em 2026. Al\u00e9m disso, \u00e9 imperativo que a necessidade de expans\u00e3o da bioeconomia equitativa e sustent\u00e1vel seja abordada nas delibera\u00e7\u00f5es de outras plataformas regionais e internacionais importantes, incluindo a Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Diversidade Biol\u00f3gica (CBD) e a Conven\u00e7\u00e3o-Quadro das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre a Mudan\u00e7a do Clima (UNFCCC). A pr\u00f3xima COP16 da CBD, na Col\u00f4mbia, e a COP30 da UNFCCC, no Brasil, em 2025, oferecem oportunidades bastante favor\u00e1veis a esse importante t\u00f3pico.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><em>Relat\u00f3rio produzido com o intuito de apoiar a presid\u00eancia brasileira do G20 no avan\u00e7o da agenda da bioeconomia. Elaborado por NatureFinance e World Bioeconomy Forum com apoio de Instituto Alana, Rede Uma Concerta\u00e7\u00e3o pela Amaz\u00f4nia, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (IPAM), Instituto Arapya\u00fa, Coaliz\u00e3o Brasil Clima, Florestas e Agricultura, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (CEBDS), Centro Brasileiro de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (CEBRI), Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Bancos (FEBRABAN), Ind\u00fastria Brasileira de \u00c1rvores (IB\u00c1), CDP Latin America, Climate Policy Initiative (CPI), Conserva\u00e7\u00e3o Internacional (CI), Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral (FDC), Instituto Igarap\u00e9, Insper Agro Global, Instituto Clima e Sociedade (iCS), Cons\u00f3rcio Interestadual de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da Amaz\u00f4nia Legal, Natura&amp;Co, The Nature Conservancy (TNC) e World Wide Fund for Nature (WWF).<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Grupo de 20 organiza\u00e7\u00f5es 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