{"id":59949,"date":"2023-11-13T14:00:55","date_gmt":"2023-11-13T14:00:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.climatepolicyinitiative.org\/?post_type=cpi_publications&#038;p=59949"},"modified":"2026-04-09T19:35:48","modified_gmt":"2026-04-09T19:35:48","slug":"um-modelo-operacional-inovador-para-as-instituicoes-financeiras-internacionais-do-seculo-xxi","status":"publish","type":"cpi_publications","link":"https:\/\/www.climatepolicyinitiative.org\/pt-br\/publication\/um-modelo-operacional-inovador-para-as-instituicoes-financeiras-internacionais-do-seculo-xxi\/","title":{"rendered":"Um Modelo Operacional Inovador para as Institui\u00e7\u00f5es Financeiras Internacionais do S\u00e9culo XXI"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Destaques<\/h2>\n\n\n\n<p>O ano passado trouxe contribui\u00e7\u00f5es relevantes para a agenda de reforma do financiamento internacional, incluindo o <a href=\"https:\/\/www.lse.ac.uk\/granthaminstitute\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/IHLEG-Finance-for-Climate-Action-1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Financiamento para a A\u00e7\u00e3o Clim\u00e1tica<\/a> (o \u201crelat\u00f3rio Songwe-Stern\u201d), a <a href=\"https:\/\/www.foreign.gov.bb\/the-2022-barbados-agenda\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Agenda de Bridgetown<\/a> e a <a href=\"https:\/\/www.dt.mef.gov.it\/export\/sites\/sitodt\/modules\/documenti_it\/rapporti_finanziari_internazionali\/rapporti_finanziari_internazionali\/CAF-Review-Report.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Revis\u00e3o Independente<\/a> dos Quadros de Adequa\u00e7\u00e3o de Capital dos Bancos Multilaterais de Desenvolvimento, apresentada aos ministros da fazenda dos pa\u00edses do G20.<\/p>\n\n\n\n<p>O ano de 2023 ser\u00e1 fundamental para a implementa\u00e7\u00e3o de reformas que atendam \u00e0 escala e \u00e0 urg\u00eancia da crise clim\u00e1tica, ao mesmo tempo que tratam das outras crises enfrentadas pelos pa\u00edses em desenvolvimento \u2014 a infla\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos alimentos e da energia, a sustentabilidade da d\u00edvida, entre outras \u2014 e ainda das prioridades de desenvolvimento previstas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS). Os mercados emergentes e as economias em desenvolvimento (<em>Emerging Markets and Developing Economies<\/em> &#8211; EMDEs) mais afetados pelo aumento do custo do capital e pela crise da d\u00edvida soberana s\u00e3o tamb\u00e9m alguns dos mais vulner\u00e1veis aos impactos clim\u00e1ticos. Para eles, \u00e9 dif\u00edcil atingir as estabilidades financeira e fiscal necess\u00e1rias para investimentos em clima e transi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As press\u00f5es internacionais e a mudan\u00e7a de lideran\u00e7a no Banco Mundial criaram oportunidades para reavaliar a postura das institui\u00e7\u00f5es financeiras internacionais em rela\u00e7\u00e3o ao clima; \u00e9 preciso um aumento dram\u00e1tico do volume de financiamento utilizado pelo sistema financeiro internacional para atender \u00e0s necessidades de financiamento clim\u00e1tico. \u00c0 medida que os acionistas buscam reformar a arquitetura financeira internacional, \u00e9 importante considerar n\u00e3o s\u00f3 de onde vir\u00e1 o capital extra, mas tamb\u00e9m <em>como<\/em> o capital pode ser efetivamente gasto para causar o m\u00e1ximo impacto clim\u00e1tico e de desenvolvimento.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Este relat\u00f3rio apresenta os principais produtos e processos que precisam ser introduzidos, reformados e\/ou ampliados para implementar de forma eficaz os volumes necess\u00e1rios (atuais e novos) de financiamento clim\u00e1tico para os EMDEs. O relat\u00f3rio centra-se nos bancos multilaterais de desenvolvimento (BMDs), reconhecendo que as institui\u00e7\u00f5es diferem em termos de miss\u00e3o, estrat\u00e9gia e geografia e, assim sendo, algumas recomenda\u00e7\u00f5es s\u00f3 podem ser aplicadas a um subconjunto de BMDs. \u00c9 o que acontece mesmo a despeito dos pap\u00e9is fundamentais de outras institui\u00e7\u00f5es, como o Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) e outros bancos p\u00fablicos de desenvolvimento (BPDs). Este estudo baseia-se em relat\u00f3rios de refer\u00eancia, como o \u201crelat\u00f3rio Songwe-Stern\u201d, e centra-se em modelos espec\u00edficos que podem ser adotados e ampliados rapidamente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Este relat\u00f3rio desenvolve uma s\u00e9rie de discuss\u00f5es convocadas pelo Climate Policy Initiative (CPI) em mar\u00e7o de 2023, no \u00e2mbito do Grupo San Giorgio.<sup><a id=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\">[1]<\/a>\u00a0<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Dividimos as a\u00e7\u00f5es em tr\u00eas categorias:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Maior foco na escala das plataformas setoriais nacionais<\/strong>, afastando-se da atual abordagem \u201cprojeto-a-projeto\u201d e aproximando-se de institui\u00e7\u00f5es de financiamento mais baseadas em programas com o intuito de levar a cabo mudan\u00e7as sist\u00eamicas. Isso implica focar no financiamento baseado em necessidades, de forma a utilizar eficazmente os recursos internacionais e nacionais para aumentar a qualidade do financiamento, apoiar mudan\u00e7as que incentivem o capital privado nacional e defender a integra\u00e7\u00e3o das principais institui\u00e7\u00f5es financeiras nacionais e subnacionais em prol da agenda clim\u00e1tica nacional.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Implementa\u00e7\u00e3o em grande escala de instrumentos de compartilhamento de riscos para catalisar o capital privado<\/strong> e apurar o custo de capital, nomeadamente atrav\u00e9s de produtos de garantia novos e ampliados, mecanismos para enfrentar os riscos cambiais e aumentar o financiamento em moeda local e mecanismos de elabora\u00e7\u00e3o de projetos.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Revis\u00e3o completa do modelo de neg\u00f3cios<\/strong> do Banco Mundial e de outros BMDs que os reposicione como \u201cprincipais mobilizadores\u201d, incluindo a padroniza\u00e7\u00e3o de diversos processos, a otimiza\u00e7\u00e3o de balan\u00e7os patrimoniais atrav\u00e9s de um novo modelo de \u201coriginar-para-distribuir\u201d, elegibilidade para financiamento concessional, compartilhamento de dados entre pa\u00edses e uma resposta que atenda \u00e0s necessidades das policrises atuais.\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Amplia\u00e7\u00e3o de Plataformas Setoriais Nacionais<\/h2>\n\n\n\n<p>O financiamento dos BMDs precisa abandonar a abordagem projeto-a-projeto \u2014 que muitas vezes funciona de forma <em>ad hoc <\/em>\u2014 e adotar uma abordagem de plataforma setorial nacional com cunho coordenado e colaborativo, que culmine em uma vis\u00e3o mais coesa com impactos de longo prazo. O sucesso da plataforma setorial nacional depende de uma combina\u00e7\u00e3o de ambi\u00e7\u00e3o e apoio para gerar mudan\u00e7as transformadoras. Essa amplia\u00e7\u00e3o deve incluir a expans\u00e3o e o apoio a plataformas setoriais no pa\u00eds, como as Parcerias para uma Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica Justa (<em>Just Energy Transition Partnerships<\/em> &#8211; JETPs) e os Planos de Prosperidade Clim\u00e1tica V20.<a id=\"_ftnref2\" href=\"#_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> A integra\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es financeiras nacionais \u2014 especialmente dos minist\u00e9rios da fazenda e dos bancos nacionais de desenvolvimento \u2014 nas plataformas setoriais nacionais numa fase inicial \u00e9 fundamental para garantir o equil\u00edbrio da plataforma.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O financiamento das plataformas setoriais nacionais pode come\u00e7ar com foco na qualidade do financiamento, com vistas a produzir resultados sist\u00eamicos.<\/strong> Devem ser consideradas as novas dire\u00e7\u00f5es emergentes lideradas por iniciativas do Sul global e que visam elevar a qualidade do financiamento. Por exemplo, o Plano de Investimento JET da \u00c1frica do Sul<a id=\"_ftnref3\" href=\"#_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> define uma s\u00e9rie de princ\u00edpios de financiamento como base para o financiamento de sua JETP. Uma proposta de \u201c<em>Just Term Sheet<\/em>\u201d,<a id=\"_ftnref4\" href=\"#_ftn4\"><sup>[4]<\/sup><\/a> para ajudar na padroniza\u00e7\u00e3o do financiamento dos esfor\u00e7os de transi\u00e7\u00e3o justa, \u00e9 uma forma pr\u00e1tica de colocar as pessoas e o planeta no centro das negocia\u00e7\u00f5es de financiamento para transi\u00e7\u00f5es justas e equitativas. Essas abordagens t\u00eam um foco comum no financiamento baseado em necessidades e nos impactos sist\u00eamicos, indo al\u00e9m do financiamento projeto-a-projeto e aumentando a resili\u00eancia fiscal e social por meio de acordos de compartilhamento de riscos que proporcionam, coletivamente, uma transi\u00e7\u00e3o justa e equitativa. As \u201c<em>Just Term Sheets<\/em>\u201d podem delinear os pre\u00e7os de investimento, identificar as abordagens e os instrumentos necess\u00e1rios de compartilhamento de riscos, assim como os parceiros envolvidos. Plataformas como as JETPs e os Planos de Prosperidade Clim\u00e1tica V20<a id=\"_ftnref5\" href=\"#_ftn5\"><sup>[5]<\/sup><\/a> re\u00fanem diferentes atores, como comunidades, sindicatos, financiadores, investidores e decisores pol\u00edticos. Por isso, s\u00e3o uma base \u00fatil para discutir sobre a qualidade do financiamento necess\u00e1rio para diversos atores em n\u00edvel nacional e o compartilhamento efetivo dos riscos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os BMDs desempenham um papel fundamental de apoio aos pa\u00edses na realiza\u00e7\u00e3o de ajustes nas pol\u00edticas de modo a incentivar os investimentos clim\u00e1ticos tanto por parte de institui\u00e7\u00f5es financeiras nacionais quanto internacionais. <\/strong>O apoio financeiro \u00e0 capacita\u00e7\u00e3o e aos esfor\u00e7os de reforma atrav\u00e9s de subven\u00e7\u00f5es diretas e empr\u00e9stimos baseados em pol\u00edticas \u00e9 capaz de potencializar um investimento privado significativo. Por exemplo, subven\u00e7\u00f5es que apoiam projetos de leil\u00f5es de energias renov\u00e1veis j\u00e1 mobilizaram muitas vezes os investimentos iniciais. O apoio dos BMDs \u00e0 capacita\u00e7\u00e3o dos EMDEs em todas as partes do processo de financiamento clim\u00e1tico \u00e9 fundamental para mobilizar capital.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os atores financeiros nacionais \u2014 incluindo reguladores financeiros, bancos de desenvolvimento nacionais e subnacionais, fundos de previd\u00eancia, seguradoras e bancos locais \u2014 precisam fazer parte das plataformas de investimento desde o in\u00edcio do processo.<\/strong> Entre 2011 e 2022, 76% de todos os fluxos de financiamento clim\u00e1tico foram captados e gastos internamente.<a id=\"_ftnref6\" href=\"#_ftn6\"><sup>[6]<\/sup><\/a> O financiamento interno pode representar cerca de 50% do financiamento clim\u00e1tico necess\u00e1rio nos EMDEs,<a id=\"_ftnref7\" href=\"#_ftn7\"><sup>[7]<\/sup><\/a> mas \u00e9 fundamental ativar esse capital por meio da capacita\u00e7\u00e3o e do compartilhamento de riscos. Os EMDEs com mercados de capitais nacionais mais sofisticados provavelmente precisar\u00e3o de menos subs\u00eddios para mobilizar capital, especialmente para projetos com perfis de receitas fortes, reservando, portanto, os subs\u00eddios para os pa\u00edses menos desenvolvidos. Para mobilizar o capital interno necess\u00e1rio, os BMDs precisar\u00e3o melhorar a coordena\u00e7\u00e3o e o compartilhamento de dados com os atores financeiros nacionais, como os bancos centrais e BPDs locais. Por\u00e9m, h\u00e1 poucos dados dispon\u00edveis sobre os n\u00edveis atuais de despesa, poucos sistemas em funcionamento para acompanhar os n\u00edveis de despesa nacional de fontes privadas e p\u00fablicas, bem como informa\u00e7\u00f5es escassas sobre o impacto do financiamento nacional ou internacional na economia. Uma melhor coordena\u00e7\u00e3o com os bancos centrais, minist\u00e9rios da fazenda e BPDs locais pode ajudar a preencher as atuais lacunas de conhecimento e a criar plataformas eficazes para compartilhar dados e melhores pr\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Qualquer mudan\u00e7a em n\u00edvel nacional exigir\u00e1 a integra\u00e7\u00e3o do minist\u00e9rio da fazenda nacional e das principais institui\u00e7\u00f5es financeiras p\u00fablicas nacionais para fomentar a agenda clim\u00e1tica.<\/strong> Existem oportunidades de engajamento com os minist\u00e9rios da fazenda por meio da <a href=\"https:\/\/www.financeministersforclimate.org\/news\/hp5-publishes-report-supporting-private-sector-net-zero-targets\">Coliga\u00e7\u00e3o de Ministros da Fazenda para a A<\/a><a href=\"https:\/\/www.financeministersforclimate.org\/news\/hp5-publishes-report-supporting-private-sector-net-zero-targets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00e7\u00e3o Clim\u00e1tica<\/a>, que visa reunir os tomadores de decis\u00e3o de pol\u00edticos fiscais e econ\u00f4micos para liderar uma resposta clim\u00e1tica em n\u00edvel global. Em se tratando de reformas, os avan\u00e7os dos minist\u00e9rios e de outras institui\u00e7\u00f5es financeiras podem ser lentos; por isso, os BMDs devem envolv\u00ea-los desde o in\u00edcio e com frequ\u00eancia, criando parcerias duradouras para as a\u00e7\u00f5es desenvolvidas no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Instrumentos de Compartilhamento de Riscos para Catalisar o Capital Privado<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O custo do capital nos EMDEs torna projetos invi\u00e1veis para investidores financeiros,<a id=\"_ftnref8\" href=\"#_ftn8\"><sup>[8]<\/sup><\/a> indicando um papel fundamental dos BMDs na mobiliza\u00e7\u00e3o do investimento privado por meio do compartilhamento de riscos, como os riscos de cr\u00e9dito, do comprador, pol\u00edtico e de liquidez.<\/strong> O FMI, no entanto, constatou que os BMDs captam financiamento privado, em m\u00e9dia, apenas cerca de 1,2 vezes os recursos que eles pr\u00f3prios aportam.<a id=\"_ftnref9\" href=\"#_ftn9\"><sup>[9]<\/sup><\/a> A mudan\u00e7a para uma abordagem baseada em programas, com \u00eanfase em garantias, moeda local e outros instrumentos, exigiria mudan\u00e7as de incentivos internos nos BMDs, principalmente, em suas vertentes no setor privado. No entanto, poderia trazer maiores volumes de financiamento privado, ajudando as institui\u00e7\u00f5es financeiras privadas a superar riscos reais e percebidos, bem como outros obst\u00e1culos ao investimento.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Os BMDs precisam implementar mecanismos e instrumentos financeiros capazes de captar e alavancar capital na escala e velocidade necess\u00e1rias, ao mesmo tempo que enfrentam alguns obst\u00e1culos cr\u00edticos do sistema atual. Alguns desses mecanismos requerem reformas a longo prazo, especialmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 propens\u00e3o ao risco e aos modelos de neg\u00f3cios dos BMDs, para que os pr\u00f3prios BMDs possam oferecer mais garantias, conceder mais empr\u00e9stimos em moeda local e\/ou facilitar a concess\u00e3o de empr\u00e9stimos em moeda local utilizando garantias <em>off-shore<\/em>, al\u00e9m de apoiar projetos em fases iniciais de desenvolvimento. A curto prazo, diversas iniciativas j\u00e1 est\u00e3o prontas para serem introduzidas ou ampliadas; esta se\u00e7\u00e3o destaca algumas delas.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Para mobilizar os volumes de financiamento privado necess\u00e1rios e reduzir o custo do capital, ser\u00e1 necess\u00e1rio mobilizar garantias em maior escala. Uma avalia\u00e7\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) concluiu que as garantias alavancaram 26% de todo o financiamento privado mobilizado entre 2018-2020 e foram a ferramenta de financiamento misto preferida por investidores privados.<a id=\"_ftnref10\" href=\"#_ftn10\"><sup>[10]<\/sup><\/a> Os BMDs precisam fornecer mais garantias a partir dos seus pr\u00f3prios balan\u00e7os patrimoniais e tamb\u00e9m colaborar com os provedores de garantias existentes para implementar ainda mais garantias.\u00a0 Recomendamos ampliar, reformar e\/ou criar as seguintes iniciativas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O \u201cesverdeamento\u201d da Ag\u00eancia Multilateral de Garantia de Investimentos (<em>Multilateral Investment Guarantee Agency<\/em> &#8211; <a href=\"https:\/\/www.miga.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIGA<\/a>) \u2014 especializada em garantias de risco pol\u00edtico, para incentivar o investimento direto estrangeiro em EMDEs \u2014 precisa ser ampliada consideravelmente; al\u00e9m disso, precisa aumentar as garantias para projetos verdes e a efici\u00eancia de seus processos para mobilizar o montante necess\u00e1rio de financiamento privado. Adicionalmente, a introdu\u00e7\u00e3o de um produto completo de prote\u00e7\u00e3o de pagamentos, ainda que de forma sint\u00e9tica \u2014 por exemplo, combinando o produto existente de melhoria de cr\u00e9dito da MIGA em caso de falta de pagamento por parte de ente (sub)soberano com um mecanismo de liquidez que cubra a falta de pagamento dentro do prazo por ente (sub)soberano \u2014 contribuiria para atrair mais investimentos privados para os EMDEs e para os setores de maior risco.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>A <a href=\"https:\/\/www.pidg.org\/our-business\/our-companies\/guarantco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GuarantCo<\/a>, que integra o Private Infrastructure Development Group (PIDG), oferece garantias a bancos e investidores em t\u00edtulos para desenvolver projetos de mercado de capitais baseados em moeda local.<\/li>\n\n\n\n<li>A <a href=\"https:\/\/greenguarantee.co\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Green Guarantee Company<\/a> \u00e9 a primeira garantidora de cr\u00e9dito do mundo dedicada a solu\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas no mundo em desenvolvimento.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>A <a href=\"https:\/\/www.energygreenmap.org\/itrust\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">iTrust<\/a> \u00e9 um sistema de garantia pr\u00e9-financiado para todos os projetos de determinado edital, oferecido pela <a href=\"https:\/\/www.energygreenmap.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Greenmap<\/a>, que auxilia os governos na concep\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de programas de aquisi\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>\u00a0O <a href=\"https:\/\/climatepolicyinitiative.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Climate Policy Initiative<\/a> (CPI) prop\u00f4s uma garantia de cr\u00e9dito de d\u00edvida para energias renov\u00e1veis e outros projetos clim\u00e1ticos em mercados emergentes com base em capital exig\u00edvel.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>A proposta de Garantia de Receita Global (<em>Global Revenue Guarantee<\/em> &#8211; GREG) da <a href=\"https:\/\/www.climatepolicyinitiative.org\/fast-infra\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">FAST-Infra<\/a> asseguraria pagamentos oportunos em nome de mutu\u00e1rios (sub)soberanos por meio de uma combina\u00e7\u00e3o de financiamento p\u00fablico e privado.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Os mutu\u00e1rios identificaram as taxas de c\u00e2mbio como um risco em todos os n\u00edveis de projeto, desde a prepara\u00e7\u00e3o at\u00e9 a fase operacional, mas principalmente para o financiamento de despesas de capital (CAPEX).<\/strong> Um estudo recente concluiu que aproximadamente 60% da d\u00edvida em moeda estrangeira emitida pelas empresas \u00e9 denominada em d\u00f3lares americanos e outros 23% s\u00e3o denominados em euros.<a id=\"_ftnref11\" href=\"#_ftn11\"><sup>[11]<\/sup><\/a> Os BMDs precisam apoiar solu\u00e7\u00f5es que aumentem os projetos de investimento com empr\u00e9stimos denominados em moeda local, em vez de empr\u00e9stimos em moeda forte ou uma combina\u00e7\u00e3o dos dois. As solu\u00e7\u00f5es que devem receber apoio incluem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Ampliar o Currency Exchange Fund (TCX), um pool cofinanciado que atua em EMDEs para oferecer instrumentos financeiros, principalmente swaps e contratos a prazo, que possibilitam aos investidores financiar mutu\u00e1rios em moeda nacional, transferindo, ao mesmo tempo, o risco cambial para o TCX. Para tal, a precifica\u00e7\u00e3o comercial do TCX provavelmente precisar\u00e1 estar associada a algum tipo de pool de financiamento concessional independente, conforme demonstrado pela combina\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es de taxas de mercado oferecidas pelo TCX com a janela de financiamento em moeda local do setor privado sob o \u00e2mbito da Associa\u00e7\u00e3o Internacional para o Desenvolvimento (AID).<\/li>\n\n\n\n<li>Explorar outras propostas, como a <em>Just Environment Transition &#8211; Foreign Exchange Investment Trust<\/em> (\u201cJET-FIT\u201d) para utilizar as garantias respaldadas por DSEs a fim de reduzir ainda mais os custos de cobertura nos pa\u00edses participantes de JETPs. Construir mercados de capitais nacionais para que se tornem fontes de financiamento para a\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas por meio de capacita\u00e7\u00e3o, o que, por sua vez, aumentar\u00e1 a capacidade de gest\u00e3o de risco dos mutu\u00e1rios.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>Garantir capital nacional para mobilizar investimentos em moeda local e desenvolver setores financeiros verdes locais, apoiando, por exemplo, a emiss\u00e3o de t\u00edtulos locais e a capacidade municipal de tomar cr\u00e9dito (<em>creditworthiness<\/em>).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Os mecanismos de elabora\u00e7\u00e3o de projetos e as plataformas de desenvolvimento que apoiam a cria\u00e7\u00e3o de projetos financi\u00e1veis e prontos para investimento nos EMDEs ser\u00e3o fundamentais para aumentar os investimentos clim\u00e1ticos. <\/strong>Com frequ\u00eancia, o capital mobilizado pelos financiadores privados \u00e9 limitado, porque eles n\u00e3o conseguem encontrar projetos que atendam aos seus crit\u00e9rios de investimento; j\u00e1 os patrocinadores de projetos lutam para garantir o financiamento, devido aos elevados riscos atrelados ao desenvolvimento de projetos. As estimativas globais das necessidades de financiamento para a elabora\u00e7\u00e3o de projetos variam entre 5% e 10% do custo total de investimento, embora esse montante varie conforme a regi\u00e3o.<a id=\"_ftnref12\" href=\"#_ftn12\"><sup>[12]<\/sup><\/a> Os pr\u00f3prios BMDs, no entanto, n\u00e3o costumam investir na elabora\u00e7\u00e3o de projetos pelos mesmos motivos que os investidores privados. Os mecanismos de elabora\u00e7\u00e3o de projetos e as plataformas de desenvolvimento podem lidar com esses riscos apoiando o desenvolvimento de projetos clim\u00e1ticos financi\u00e1veis nos EMDEs e ajudando a atrair financiamento privado. Os mecanismos de elabora\u00e7\u00e3o de projetos, como o PID, GIF e Gap Fund, que necessitam de apoio para amplia\u00e7\u00e3o incluem:\u00a0<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O programa de assist\u00eancia t\u00e9cnica do <a href=\"https:\/\/www.pidg.org\/our-business\/how-we-operate\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Private Infrastructure Development Group<\/a> (PIDG) apoia o desenvolvimento de projetos e transa\u00e7\u00f5es em todo o ciclo de vida dos projetos, alocando mais de 51 milh\u00f5es de d\u00f3lares a 262 subven\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia t\u00e9cnica at\u00e9 o final de 2021.\u00a0\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>A <a href=\"https:\/\/www.globalinfrafacility.org\/about-gif\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Global Infrastructure Facility<\/a> (GIF), uma iniciativa do G20 no \u00e2mbito do Banco Mundial, foi criada para resolver o problema da escassez de projetos financi\u00e1veis de infraestrutura e trabalha para elaborar pipelines de projetos de infraestrutura com potencial de atrair financiamento privado.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>O <a href=\"https:\/\/www.citygapfund.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">City Climate Finance Gap Fund<\/a>, no \u00e2mbito do Banco Mundial e do Banco Europeu de Investimento, ajuda as cidades dos EMEDs a transformar ideias de baixo carbono resilientes \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em estrat\u00e9gias e projetos prontos para financiamento.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Revis\u00e3o do Modelo de Neg\u00f3cios<\/h2>\n\n\n\n<p>Para executar as recomenda\u00e7\u00f5es acima, os BMDs precisam rever os seus modelos de neg\u00f3cio atrav\u00e9s da padroniza\u00e7\u00e3o, da otimiza\u00e7\u00e3o dos balan\u00e7os patrimoniais, da elegibilidade para financiamento concessional e de mais transpar\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Padroniza\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>A maior padroniza\u00e7\u00e3o dos produtos e sistemas em todos os processos dos BMDs pode aumentar tamb\u00e9m sua aceita\u00e7\u00e3o e impacto.\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>A padroniza\u00e7\u00e3o dos indicadores de desempenho (<i>Key Performance Indicators<\/i> &#8211; KPIs) para as institui\u00e7\u00f5es financeiras p\u00fablicas pode fomentar as a\u00e7\u00f5es e a coordena\u00e7\u00e3o dos BMDs, principalmente quando os KPIs ultrapassam os fluxos financeiros e medem a economia real ou impactos pr\u00e1ticos. Tamb\u00e9m pode incluir a reformula\u00e7\u00e3o das metas de sustentabilidade (qualitativas ou quantitativas) para melhor interligar a mobiliza\u00e7\u00e3o de financiamento para o clima e o desenvolvimento e tamb\u00e9m para apoiar as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS) em n\u00edvel nacional.<\/li>\n<ul style=\"padding-left: 1em;\">\n<li>As metas dos BMDs relativas \u00e0 mobiliza\u00e7\u00e3o do setor privado podem ajudar a aumentar a propor\u00e7\u00e3o entre o financiamento p\u00fablico e o financiamento privado nas atividades de financiamento.<\/li>\n<li>Os KPIs em n\u00edvel nacional devem se pautar pelo impacto, como o acesso \u00e0 energia, e definir padr\u00f5es para todas as IFDs nacionais orientados pelas necessidades do pa\u00eds, construindo uma ponte entre as agendas de a\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica e de desenvolvimento.\u00a0A abordagem setorial nacional proposta acima apoia a vincula\u00e7\u00e3o do financiamento \u00e0s m\u00e9tricas de impacto.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A ado\u00e7\u00e3o de iniciativas de padroniza\u00e7\u00e3o de investimentos para definir investimentos favor\u00e1veis ao clima, como investimentos resilientes ou infraestruturas sustent\u00e1veis, pode abrir as portas para toda uma classe de ativos, como aconteceu com os t\u00edtulos verdes (<em>green bonds<\/em>). A <a href=\"https:\/\/www.climatepolicyinitiative.org\/fast-infra\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">FAST-Infra<\/a> criou um sistema de rotulagem de aplica\u00e7\u00e3o global para ativos de infraestrutura sustent\u00e1veis. Da mesma forma, a <a href=\"https:\/\/resilientinvestment.org\/what-we-do\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Coalition for Climate Resilient Investment<\/a> (CCRI) est\u00e1 trabalhando para integrar de forma mais eficiente os riscos clim\u00e1ticos f\u00edsicos \u00e0 tomada de decis\u00f5es de investimento por meio da padroniza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Ferramentas padronizadas e simplificadas podem ajudar a reduzir os custos de transa\u00e7\u00e3o por meio da cria\u00e7\u00e3o de instrumentos financeiros mistos de pronto usopermitindo que os EMDEs evitem o modelo atual de ve\u00edculos de financiamento misto personalizados. A replica\u00e7\u00e3o ou a amplia\u00e7\u00e3o de estruturas j\u00e1 existentes proporciona aos EMDEs maior flexibilidade em seu uso e um acesso mais r\u00e1pido ao capital.<a id=\"_ftnref13\" href=\"#_ftn13\"><sup>[13]<\/sup><\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A <a href=\"https:\/\/mobilistglobal.com\/about\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mobilizing Institutional Capital Through Listed Product Structures<\/a> (MOBILIST) apoia a listagem de determinados produtos, como fundos fiduci\u00e1rios e de capital privado, em bolsas de valores p\u00fablicas globais e locais, por meio de um processo bastante padronizado, com o objetivo de promover oportunidades de investimento em EMDEs em grande escala.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A <a href=\"https:\/\/www.ssdh.net\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">d\u00edvida soberana vinculada \u00e0 sustentabilidade<\/a> \u00e9 um instrumento financeiro baseado em desempenho em que o emissor se compromete a atingir metas de sustentabilidade predefinidas e prospectivas, incluindo riscos ligados ao clima e \u00e0 natureza em mercados de d\u00edvida soberana.<a id=\"_ftnref14\" href=\"#_ftn14\"><sup>[14]<\/sup><\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Otimiza\u00e7\u00e3o do balan\u00e7o patrimonial<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Modelos de originar-para-distribuir devem ser adotados para intensificar consideravelmente a mobiliza\u00e7\u00e3o junto ao setor privado.<\/strong> O atual modelo de \u201coriginar-para-reter\u201d, em que o BMD faz um empr\u00e9stimo para sua pr\u00f3pria conta e o ret\u00e9m at\u00e9 a data do t\u00e9rmino do empr\u00e9stimo, n\u00e3o s\u00f3 imobiliza o capital por longos per\u00edodos de tempo, como tamb\u00e9m n\u00e3o aproveita totalmente as capacidades de origina\u00e7\u00e3o e de redu\u00e7\u00e3o de risco dos BMDs. Em contraponto, o modelo \u201coriginar-para-distribuir\u201d cria carteiras (de d\u00edvida) para refinanciamento futuro com capital privado; ou seja, o BMD concede um empr\u00e9stimo maior do que reteria em sua pr\u00f3pria conta e depois \u201cvende\u201d a maior parte desse empr\u00e9stimo por meio de emiss\u00e3o de t\u00edtulos ou de agrupamento de empr\u00e9stimos com posterior venda para o setor privado. Dessa forma, o investimento do setor privado ser\u00e1 mobilizado \u201ca montante\u201d e reciclar\u00e1 o capital para aumentar a capacidade de empr\u00e9stimo do BMD. A maioria dos BMDs adotam essa pr\u00e1tica para otimizar seus balan\u00e7os patrimoniais e gerir os n\u00edveis m\u00e1ximos de exposi\u00e7\u00e3o etc., mas existem poucos exemplos de utiliza\u00e7\u00e3o proativa do modelo \u201coriginar-para-distribuir\u201d como modelo operacional de neg\u00f3cios. Embora essas emiss\u00f5es de t\u00edtulos necessitem de crit\u00e9rios de subscri\u00e7\u00e3o pr\u00e9-acordados e de pre\u00e7os orientados para o mercado, bem como de ativos residuais suficientes nos balan\u00e7os dos BMDs para garantir a manuten\u00e7\u00e3o de um modelo econ\u00f4mico vi\u00e1vel, o novo modelo aproveitaria as capacidades dos BMDs (principalmente daqueles voltados para o financiamento junto ao setor privado) de originar e estruturar com vistas ao compartilhamento de riscos.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Volume e elegibilidade para o financiamento concessional<\/h3>\n\n\n\n<p>O financiamento concessional \u00e9 escasso. Por isso, o volume de financiamento concessional precisa aumentar e ser mais flex\u00edvel em sua utiliza\u00e7\u00e3o para lidar com os riscos, e a elegibilidade e o acesso a ele precisam ser reformados para aumentar a efic\u00e1cia. Os gestores de fundos de financiamento misto afirmam que garantir o financiamento p\u00fablico leva mais tempo e \u00e9 mais trabalhoso do que o capital privado.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Efici\u00eancia do financiamento concessional: leil\u00f5es reversos de capital concessional (por exemplo, capital first-loss) para gestores de fundos podem maximizar o impacto dos recursos p\u00fablicos e trazer mais transpar\u00eancia para o financiamento p\u00fablico, reduzindo, ao mesmo tempo, o tempo e os custos de transa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Riscos clim\u00e1ticos: todos os projetos devem ser analisados quanto aos riscos clim\u00e1ticos, e todos os projetos que recebem financiamento concessional devem ser resilientes. Al\u00e9m disso, a vulnerabilidade deve ser um crit\u00e9rio para receber financiamento para adapta\u00e7\u00e3o, garantindo, assim, que os pa\u00edses com maior vulnerabilidade recebam mais financiamento.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Recompensar a ambi\u00e7\u00e3o: os pa\u00edses com planos de a\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica mais ambiciosos e evid\u00eancias de progresso devem ser eleg\u00edveis para maiores volumes de financiamento clim\u00e1tico concessional e pre\u00e7os mais atraentes.&nbsp;\u00c9 poss\u00edvel que os limites de exposi\u00e7\u00e3o de mutu\u00e1rios individuais dos BMDs tenham que ser reexaminados para que se possa usufruir plenamente do poss\u00edvel aumento de financiamento.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Compartilhamento de dados e transpar\u00eancia<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>A padroniza\u00e7\u00e3o das plataformas de coleta e compartilhamento de dados pode ajudar os pa\u00edses a criar planos clim\u00e1ticos vi\u00e1veis com base em dados setoriais e regionais aplic\u00e1veis e tamb\u00e9m auxiliar os investidores privados a entender melhor o desempenho dos investimentos.\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em termos de desempenho<\/strong>, o cons\u00f3rcio do banco de dados de risco do <a href=\"https:\/\/www.gemsriskdatabase.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Global Emerging Markets<\/a> (GEMS) re\u00fane dados de inadimpl\u00eancia de cr\u00e9dito em investimentos de BMDs e IFDs. Disponibilizar publicamente esses dados e tornar o GEMS uma pessoa jur\u00eddica independente s\u00e3o fatores fundamentais para a expans\u00e3o do financiamento do setor privado, especialmente nos modelos \u201coriginar-para-distribuir\u201d descritos abaixo, uma vez que ajudam na compreens\u00e3o por parte dos investidores e fortalecem a avalia\u00e7\u00e3o de risco dos ativos dos BMDs. Contudo, dados sobre desempenho \u2014 por exemplo, financiamento misto ou investimentos em projetos individuais \u2014 n\u00e3o est\u00e3o prontamente dispon\u00edveis e, portanto, configuram barreiras ao desenvolvimento do mercado.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Em termos de adapta\u00e7\u00e3o<\/strong>, bases comuns de dados e cen\u00e1rios clim\u00e1ticos reduziriam os custos de transa\u00e7\u00e3o para os desenvolvedores de projetos, os pa\u00edses e as cidades elaborarem pedidos de financiamento e demonstrarem que seus projetos tratam dos riscos clim\u00e1ticos.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Em todos os setores e regi\u00f5es<\/strong>, a coordena\u00e7\u00e3o do acompanhamento transparente e padronizado e (idealmente) o compartilhamento de dados de financiamento clim\u00e1tico baseados em projetos proporcionariam um melhor entendimento dos fluxos e tend\u00eancias globais de financiamento clim\u00e1tico.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Os BMDs e BPDs podem replicar suas respostas antic\u00edclicas a crises para enfrentar a crise clim\u00e1tica.<\/strong> A forma como os BMDs distribuem atualmente os seus recursos precisa evoluir para refletir seu conjunto de ferramentas de resposta a crises, principalmente proporcionando instrumentos mais flex\u00edveis, maior toler\u00e2ncia ao risco e decis\u00f5es mais r\u00e1pidas.<sup><a id=\"_ftnref15\" href=\"#_ftn15\">[15]<\/a>,<a id=\"_ftnref16\" href=\"#_ftn16\">[16]<\/a><\/sup> O roteiro do Banco Mundial afirma que a institui\u00e7\u00e3o s\u00f3 tem financiamento suficiente para aproximadamente uma crise de m\u00e9dia dimens\u00e3o por d\u00e9cada, o que \u00e9 insuficiente para o cen\u00e1rio atual de policrises.<sup><a id=\"_ftnref17\" href=\"#_ftn17\">[17]<\/a><\/sup> Os sucessos dos BMDs durante a pandemia de COVID-19 (e na crise financeira asi\u00e1tica que a antecedeu) precisam ser institucionalizados como a\u00e7\u00f5es regulares no status quo das opera\u00e7\u00f5es comerciais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Al\u00e9m das Reformas nos BMDs<\/h2>\n\n\n\n<p>As recomenda\u00e7\u00f5es acima t\u00eam por foco as fun\u00e7\u00f5es e responsabilidades dos BMDs no contexto atual da agenda de reformas desses bancos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 necess\u00e1ria mais capacita\u00e7\u00e3o tanto nos EMDEs quanto nos pr\u00f3prios BMDs, em apoio aos instrumentos e \u00e0s revis\u00f5es, para transformar cada ideia em um modelo funcional. N\u00e3o h\u00e1 garantia de que as recomenda\u00e7\u00f5es ir\u00e3o funcionar no contexto atual; nenhuma delas ser\u00e1 capaz de resolver a crise clim\u00e1tica por si s\u00f3, e muitas poder\u00e3o simplesmente n\u00e3o funcionar sem as reformas mais amplas propostas a longo prazo para os modelos de financiamento das Institui\u00e7\u00f5es Financeiras Internacionais (IFIs). Algumas ideias, como a utiliza\u00e7\u00e3o de seguros para mobilizar capital, s\u00e3o subutilizadas neste contexto e merecem uma reflex\u00e3o mais aprofundada. Outras, como garantias, hedging de risco cambial, modelos de elabora\u00e7\u00e3o de projetos e padroniza\u00e7\u00e3o, podem ser operacionalizadas e ampliadas no curto prazo.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem outros atores e a\u00e7\u00f5es cr\u00edticas que precisam ser realizadas em apoio \u00e0 agenda mais ampla da reforma da arquitetura financeira internacional. Eles incluem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O FMI e outros bancos p\u00fablicos de desenvolvimento e suas responsabilidades globais e\/ou nacionais na facilita\u00e7\u00e3o do financiamento clim\u00e1tico e na mobiliza\u00e7\u00e3o de capital privado;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Arcabou\u00e7os globais como o International Sustainability Standards Board (ISSB) e outras reformas futuras da regulamenta\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria e de seguros que, quando adotadas pelos reguladores nacionais, precisam garantir que n\u00e3o prejudicar\u00e3o os fluxos financeiros dirigidos \u00e0s economias em desenvolvimento; e<\/li>\n\n\n\n<li>Os governos das economias desenvolvidas, especialmente os do G7 e\/ou da Uni\u00e3o Europeia, que precisam apoiar investimentos clim\u00e1ticos com impactos reais na economia. Por exemplo, a regulamenta\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria dos fundos de previd\u00eancia deve permitir, e n\u00e3o restringir, o aumento do investimento nas economias emergentes, nas quais o risco real \u00e9 superior ao precificado.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Todos os principais atores pol\u00edticos do sistema financeiro global ter\u00e3o de reconhecer o seu papel fundamental para, de fato, aumentar a escala e a qualidade do financiamento sustent\u00e1vel que se far\u00e1 necess\u00e1rio nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas. Nenhuma organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 capaz de promover essa mudan\u00e7a sozinha \u2014 a nova lideran\u00e7a no Banco Mundial ter\u00e1 que ser combinada com uma lideran\u00e7a renovada em todos os n\u00edveis e disposta a trabalhar como parte de um sistema.<\/p>\n\n\n\n<p>Os \u00faltimos anos foram repletos de crises simult\u00e2neas, incluindo a crise clim\u00e1tica, e revelaram a necessidade de se reformar a arquitetura financeira internacional. Este artigo contribui para essa discuss\u00e3o, destacando modelos espec\u00edficos e mudan\u00e7as operacionais que podem ser adotadas e ampliadas com a velocidade necess\u00e1ria para atender \u00e0s atuais necessidades globais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Anexo I. Resumos T\u00e9cnicos<\/h2>\n\n\n\n<p>A lista abaixo \u00e9 uma amostra de iniciativas promissoras apresentadas pelos idealizadores de cada projeto ou ideia. O CPI n\u00e3o validou as informa\u00e7\u00f5es das iniciativas; todas as ideias s\u00e3o de compet\u00eancia exclusiva da organiza\u00e7\u00e3o elencada.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Organiza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td><td><strong>Ideia<\/strong><\/td><td><strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td><\/tr><tr><td><strong>Allied Climate Partners<\/strong><\/td><td>Unidade de PPF da Allied Climate Partners<\/td><td>Mecanismo de elabora\u00e7\u00e3o de projetos para ampliar o pipeline de projetos financi\u00e1veis e relacionados ao clima no Sul Global.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Climate Policy Initiative (CPI)<\/strong><\/td><td>Mecanismo de garantia de cr\u00e9dito de d\u00edvida<\/td><td>Mecanismo de garantia de cr\u00e9dito de d\u00edvida para arcar com o custo de capital de energias renov\u00e1veis e outros projetos clim\u00e1ticos em mercados emergentes, com base em capital exig\u00edvel.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Greenmap<\/strong><\/td><td>iTrust<\/td><td>Mecanismo que fornece garantias personalizadas e programadas para promover os investimentos do setor privado na gera\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Intellidex<\/strong><\/td><td>JETP<\/td><td>Abordagens para resolver entraves na mobiliza\u00e7\u00e3o de financiamento do Norte global para o JET, principalmente para elementos de justi\u00e7a social.<\/td><\/tr><tr><td><strong>NatureFinance<\/strong><\/td><td>D\u00edvida soberana vinculada \u00e0 sustentabilidade<\/td><td>A d\u00edvida soberana vinculada \u00e0 sustentabilidade (<em>Sustainability-linked Sovereign Debt<\/em> &#8211; SLSD) \u00e9 um instrumento financeiro baseado em desempenho, em que o emissor se compromete a atingir metas de sustentabilidade predefinidas e voltadas para o futuro.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Public Infrastructure Development Group (PIDG)<\/strong><\/td><td>GuarantCo<\/td><td>As solu\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito em moeda local desbloqueiam o potencial dos mercados de capital locais e ajudam a preencher a lacuna de financiamento para infraestrutura nos pa\u00edses de renda inferior.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Public Infrastructure Development Group (PIDG)<\/strong><\/td><td>InfraCo<\/td><td>Oferece financiamento para infraestrutura por meio de investimento de capital de risco via equity ou da redu\u00e7\u00e3o do risco atrav\u00e9s de d\u00edvida, criando um pipeline de investimentos financi\u00e1veis e sustent\u00e1veis e mobilizando capital de terceiros em grande escala.<\/td><\/tr><tr><td><strong>TCX<\/strong><\/td><td>TCX Squared<\/td><td>Cria mercados de risco cambial para mitigar o risco cambial em grande escala.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><em>Os autores gostariam de agradecer aos colaboradores e revisores deste projeto, que inclui o documento de discuss\u00e3o Um Modelo Operacional IFI Inovador para o S\u00e9culo XXI, o Roteiro de Mobiliza\u00e7\u00e3o de Capital e os resumos t\u00e9cnicos de apoio. Isso inclui Jean-Paul Adam, Comiss\u00e3o Econ\u00f4mica das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a \u00c1frica, Mathilde Bord-Laurans, Ag\u00eancia Francesa de Desenvolvimento (AFD), Sagarika Chatterjee, Campe\u00e3s Clim\u00e1ticas da ONU, Asgar Garnak, Concito, Lily Han, Funda\u00e7\u00e3o Rockefeller, Harald Hirschhofer, TCX, Michael Hugman, Funda\u00e7\u00e3o do Fundo de Investimento para Crian\u00e7as (CIFF), Sony Kapoor, NIFTYS, Sebastian Kind, Greenmap, Arend Kulenkampff, NatureFinance, Rachel Kyte, The Fletcher School at Tufts University Naidoo, Rabia Transitions Initiative, Dhruba Purkayastha e Neha Khanna, CPI, Taylor Ray, Three Cairns Group, R\u00e9my Rioux, Ag\u00eancia Francesa de Desenvolvimento (AFD) Katherine Stodulka, SystemIQ, Josu\u00e9 Tanaka, Instituto Grantham sobre Mudan\u00e7a Clim\u00e1tica, LSE, Philippe Valahu, The Private Grupo de Desenvolvimento de Infraestrutura (PIDG) e Bill Weil, Tempest Advisers pora suas contribui\u00e7\u00f5es em resumos t\u00e9cnicos de revis\u00e3o e\/ou suporte. Os autores agradecem a Rob Kahn, Caroline Dreyer e Elana Fortin pela revis\u00e3o e trabalho de design gr\u00e1fico. Os autores tamb\u00e9m reconhecem as contribui\u00e7\u00f5es e discuss\u00f5es entre os participantes do IX Encontro do Grupo San Giorgio, realizado nos dias 23 e 24 de mar\u00e7o 2023 em Veneza, It\u00e1lia, que deram in\u00edcio ao trabalho.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Enquanto este relat\u00f3rio \u00e9 baseado nas discuss\u00f5es entre os participantes durante o 9\u00ba reuni\u00e3o do Grupo San Giorgio, CPI assume total responsabilidade por todas as suposi\u00e7\u00f5es feita em sua recapitula\u00e7\u00e3o dessas discuss\u00f5es. Coment\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o atribu\u00eddos como as discuss\u00f5es ocorrem sob as Regras da Casa Chatham.<\/em><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn1\" href=\"#_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0O CPI organiza o Grupo San Giorgio (SGG), um grupo de trabalho dos principais intermedi\u00e1rios financeiros e institui\u00e7\u00f5es ativamente envolvidas no financiamento verde e de baixas emiss\u00f5es. Estabelecido em colabora\u00e7\u00e3o com World Bank Group, China Light &amp; Power e OCDE, o SGG reuniu-se nove vezes desde 2010.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn2\" href=\"#_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 V20. <em>Climate Prosperity Plans<\/em>. sd. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/3udsttS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/3udsttS<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn3\" href=\"#_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 The Presidency Republic of South Africa. <em>South Africa\u2019s Just Energy Transition Investment Plan, 2023-27<\/em>. 2022. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/3siZRz5\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/3siZRz5<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn4\" href=\"#_ftnref4\"><sup>[4]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Rabia Transitions. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/466ogp9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/466ogp9<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn5\" href=\"#_ftnref5\"><sup>[5]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 V20. <em>Climate Prosperity Plans<\/em>. sd. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/3udsttS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/3udsttS<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn6\" href=\"#_ftnref6\"><sup>[6]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Naran, Baysa et al. <em>Global Landscape of Climate Finance: A Decade of Data<\/em>. Climate Policy Initiative, 2022. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/40ssrdP\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/40ssrdP<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn7\" href=\"#_ftnref7\"><sup>[7]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Songwe V., Stern N., and Bhattacharya A. <em>Finance for climate action: Scaling up investment for climate and development<\/em>. London: Grantham Research Institute on Climate Change and the Environment, London School of Economics and Political Science. 2022. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/3FP30JM\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/3FP30JM<\/a>. \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn8\" href=\"#_ftnref8\"><sup>[8]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Songwe V., Stern N., and Bhattacharya A. <em>Finance for climate action: Scaling up investment for climate and development<\/em>. London: Grantham Research Institute on Climate Change and the Environment, London School of Economics and Political Science. 2022. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/3FP30JM\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/3FP30JM<\/a>. \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn9\" href=\"#_ftnref9\"><sup>[9]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 IMF. <em>Global Financial Stability Report &#8211; Navigating the High-Inflation Environment<\/em>. 2022. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/475JkO3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/475JkO3<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn10\" href=\"#_ftnref10\"><sup>[10]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0 OECD. <em>Private Finance Mobilized by Official Development Interventions<\/em>. 2023. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/3QsJzeV\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/3QsJzeV<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn11\" href=\"#_ftnref11\"><sup>[11]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0Schclarek, Alfredo, and Xu, Jiajun. \u201dExchange rate and balance of payment crisis risks in the global financial architecture\u201d. <em>Journal of International Financial Markets, Institutions and Money<\/em> 79, 101574 (2022). <a href=\"http:\/\/bit.ly\/3u9U2Va\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/3u9U2Va<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn12\" href=\"#_ftnref12\"><sup>[12]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0 Nassiry, Darius. <em>Clean energy project preparation facilities: Mapping the global landscape<\/em>. ODI, 2018. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/3FRehJL\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/3FRehJL<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn13\" href=\"#_ftnref13\"><sup>[13]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0 Tonkonogy, Bella et al. <em>Blended Finance in Clean Energy: Experiences and Opportunities<\/em>. Climate Policy Initiative, 2018. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/3FT8jZ0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/3FT8jZ0<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn14\" href=\"#_ftnref14\"><sup>[14]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0 Nature Finance. <em>Sustainability-linked Sovereign Debt Hub<\/em>. 2023. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/3FSPcOu\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/3FSPcOu<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn15\" href=\"#_ftnref15\"><sup>[15]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0Griffith-Jones, Stephany. <em>Whether and how public financing and investment for development be scaled-up? What challenges does this pose for public leadership in this area, at domestic and international levels?<\/em> UNCTAD, 2022. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/49rs1sd\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/49rs1sd<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn16\" href=\"#_ftnref16\"><sup>[16]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0 Global Climate Action. <em>Climate action pathway finance: Vision and Summary<\/em>. 2021. <a href=\"http:\/\/bit.ly\/3u5LYor\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/3u5LYor<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><a id=\"_ftn17\" href=\"#_ftnref17\"><sup>[17]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0 World Bank. <em>Evolving the World Bank Group\u2019s Mission, Operations, and Resources: A Roadmap<\/em>. 2022. <a href=\"https:\/\/bit.ly\/40vqH3o\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bit.ly\/40vqH3o<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><span class=\"button\"><strong><a href=\"https:\/\/www.climatepolicyinitiative.org\/publication\/an-innovative-ifi-operating-model-for-the-21st-century\/\" 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